Mostrar mensagens com a etiqueta Mulheres. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Mulheres. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 7 de junho de 2016
Sublimes Divindades
Katrina Law
Nasceu a 30 de Setembro de 1985 em Philadelphia, nos Estados Unidos, embora tenha sido criada em New Jersey. Tornou-se conhecida do grande público pelos papeis como atriz, desempenhados nas séries Arrow e Spartacus. Em criança, fruto de alguma hiperactividade que a caracterizava, abraçou diversas actividades e interesses relacionados com actividade física – ginástica, dança, karaté e mesmo futebol. Por parte do Pai herdou a sua descendência alemã e italiana, com o exotismo da Tailândia, nacionalidade da Mãe. Ambos conhecerem-se no Vietname, no decorrer da Guerra onde o Pai se apresentava ao serviço das tropas norte-americanas.
"Fortunately in my career, I've been lucky enough to bounce back and forth between different genres and I wouldn’t have it any other way. As much as I love kicking and punching people in the face and the angst of unrequited love, I do love being goofy and running around making people laugh and getting my man or woman at the end of the day."
"I would be a park ranger in a national park or doing some kind of marine research. I love nature and being outdoors and I’m also an avid scuba diver. If I didn’t love acting so much, I think I could be very happy spending my time in the wild, taking on new adventures as they come my way."
sábado, 4 de junho de 2016
A pior inimiga da Mulher: a "Outra"
Todos os filmes têm o seu propósito. Uns, com extraordinários orçamentos e objetivos comerciais pretendem atingir enorme sucesso de bilheteira. Outros, juntam uma constelação de atores conhecidos, pretendendo um resultado mais focado na excelência da caracterização e do argumento. Mas existe um terceiro escalão, deveras interessante, focado no misterioso mundo dos maiores receios femininos: os filmes que abordam histórias de mulheres que se sujeitaram à traição ou intriga através da vingança ou inveja de outra mulher.
Geralmente a Vilã é uma "Sex Bomb", o Marido envolve-se com esta nunca por vontade própria (submetido a uma sedação qualquer que lhe retira a "possibilidade" de se defender), e a Esposa lá surge, fora do prazo mas sempre a tempo de defender a relação e afugentar a concorrência.
Estas histórias, de argumentação simples, tornam-se perceptivelmente interessantes ao público feminino: abordam a opressão praticada pela agressora ao casal, onde geralmente o homem é demasiado ingénuo para perceber ou se defender, obrigando a namorada/esposa a intervir, em defesa da relação e do bem estar familiar. Depois surge a visão interessante de quem interpreta a história. Este tipo de filmes, despertam a nós homens alguma curiosidade. De modo introspectivo, naturalmente, é uma trama da qual não nos importávamos nada de fazer parte. Talvez mesmo o cenário perfeito à inocência de uma infidelidade. Geralmente a Vilã é uma "Sex Bomb", o Marido envolve-se com esta nunca por vontade própria (submetido a uma sedação qualquer que lhe retira a "possibilidade" de se defender), e a Esposa lá surge, fora do prazo mas sempre a tempo de defender a relação e afugentar a concorrência. Estas são algumas destas famosas Vilãs.
#1 - India Eisley
Nanny Cam, 2014

Linda tem o casamento perfeito: um marido jovem e bem aparentado, assim como uma adorável filha de 8 anos, Chloe. Um dia decidem contratar uma jovem Babysitter, Heather, que depressa se envolve entre o casal de modo a afastar Linda da posição que pretende ocupar à força: ser esposa e Mãe. Mais do que uma simples situação de devassa familiar, este filme revela uma das preocupações que assiste a qualquer mulher mais experiente: uma Mulher mais jovem poder gerar interesse no Marido. Uma espécie de concorrência desleal.
![]() |
| Lá aparece o pobre coitado a ser violentamente seduzido, imobilizado por um sedativo qualquer |
O que é que India Eisley tem? Para além de ser uma "Pita" gira, tem qualquer coisa de perverso naquele olhar inocente. Com 22 anos na actualidade, nasceu na Califórnia nos Estados Unidos. Já participou em quase 10 filmes de cinema, tendo sido actriz principal na série The Secret Life of the American Teenager.
#2 - Josie Davies
Dirty Teacher, 2013
Jamie é uma jovem popular que namora com Danny, um rapaz simples mas atraente que se dedica de modo bastante empenhado aos estudos, como preocupação ao apoio incondicional dos Pais no seu futuro, perante as graves dificuldades financeiras que a família atravessa. Até que surge Molly, uma professora substituta, que fruto de diversos distúrbios psicológicos mal resolvidos derivantes de uma infância difícil, decide conquistar o jovem rapaz, na expectativa que tal relação lhe devolva de certo modo a sua juventude perdida. Neste caso, ao contrário do anterior filme, o papel de Vilã assiste a uma mulher mais velha.
![]() |
| A vida de estudante não é nada fácil, seja com ou sem livros nas mãos |
O que Josie Davies tem? Essencialmente, Josie é uma mulher bonita, com uns olhos azuis quase que felinos. Aos 43 anos, esta californiana apresenta uma escultural forma física, destacando-se assim com atributos suficientes para desempenhar uma perfeita vilã nesta natureza de filmes.
#3 - Amanda Seyfried
Chloe, 2009
Catherine (Julianne Moore) decide fazer uma festa-surpresa ao marido David (Liam Neeson) que chegaria essa noite de uma longa viagem de trabalho. Porém indesejadamente a viagem é adiada, chegando David apenas no dia seguinte. Desconfiada de uma suposta infidelidade do cônjuge, Catherine decide contratar uma jovem prostituta que coloque a teste a verdadeira capacidade de lealdade do marido. Só que não conta que esta se venha a apaixonar. Não pelo marido, mas por ela...
O que Amanda Seyfried tem? Beleza, seguramente, mas um qualquer olhar enigmático. Talvez pela expressão que sorri sem mostrar os dentes, quase como quem esconde alguma coisa. Nasceu na Pensilvânia, nos Estados Unidos, e tem actualmente 30 anos. Para além de actriz, é modelo.
quarta-feira, 1 de junho de 2016
As mais belas apresentadoras do planeta Vénus
Krystal Marie Ball nasceu a 24 de Novembro de 1981, no Estado em Virginia, nos Estados Unidos. Depois de uma frustrada tentativa de candidatura política em virtude de um vídeo privado colocado a circular na internet, no qual Krystal aparecia um pouco "eufórica"numa festa entre amigos, foi-lhe oferecido um cargo de jornalista-política no canal de televisão MSNBC, como apresentadora do programa The Cycle.
"I was on a redeye flight from San Francisco to Washington, D.C., after an exhausting week, and I just wanted to go to sleep, but I had the awful middle seat, and the guy next to me is like, "So, are you going home or going on a trip?" We ended up having a six-hour conversation. He also worked in software development but in education, and was working with an online school to develop interesting programs to help kids learn. At the end of the flight he said to me, "You know, you're looking for a new direction, and I don't have enough resources to offer you a full-time job, but do you want to help me out on a project on the evenings and weekends and see where it goes?" I was like, Sure, what the hell. About a month later I ended up quitting my job and moving in with him, and he's now my husband." In: Cosmopolitan
sexta-feira, 27 de maio de 2016
sexta-feira, 20 de maio de 2016
Sublimes Divindades
Edwige Fenech
· Nasceu em Annaba, Argélia, a 24 de Dezembro de 1948. Malta é a origem do Pai enquanto a Mãe é de origem Italiana.
· A participação em concursos de beleza valeu-lhe aos 16 anos o prémio Miss Cote d'Azur, sendo que alguns anos mais tarde foi eleita Miss França.
· A estreia no cinema deu-se em 1967 no filme All Mad About It.
· A sua beleza e sensualidade tornaram-na bastante na década de 70, onde particularmente se destacou nas comédias italianas muito habituais na altura, do género "Exploitation". Trabalhou ainda em Espanha, Alemanha e França.
· Teve o seu ponto alto na carreira durante quase uma década, entre os anos 1968 e 1982, sendo na altura uma das maiores celebridades na Europa.
· Em meados dos anos 80 abraçou outras áreas profissionais, lançando a sua própria linha de roupa, para além de criar uma companhia de produção de cinema – a Immagine e Cinema SRL.
· Em 1990 casou-se com o empresário italiano Luca Cordero di Montezelomo, presidente da Ferrari e responsável pela organização do mundial de futebol em Itália, em 1990. Mais tarde, em 2004, Montezelomo tornou-se presidente do grupo automóvel FIAT.
· Fruto do casamento nasceu o seu único filho, Edwin Fenech, hoje presidente da Ferrari nos Estados Unidos.
· Participou no filme Hostel 2, de 2007, a convite do realizador Quentin Tarantino.
· Hoje dedica-se exclusivamente á função de produtora, tendo abdicado totalmente da carreira de actriz.
sábado, 14 de maio de 2016
Padrões de desejo que os homens admiram ou a ode ao vazio de conteúdo.
"Eles não resistem ao ar inocente de Daisy Ridley, ou aos olhos poderosos de Alexandra Daddario nem às pernas de Kate Upton. Estas são as mulheres que lhes conquistam o coração."
Ok, passou 1 minuto e lá voltei eu à dita lista. Mas desta vez em versão fast-forward para depressa conformar a minha curiosidade acerca da feliz contemplada com a primeira posição: uma jovem inglesa de 24 anos chamada Daisy Ridley. Mas que m**** de lista é esta? Se esta é considerada (mesmo que apenas e só pela publicação) a máxima matriz de desejo por parte do homem moderno, então eu serei inquestionavelmente um neardental!
![]() |
| Daisy Ridley, a n#1 da lista promovida pela Men's Health |
O mundo está mesmo partido ao meio. Num dos hemisférios vivem pessoas que pesam 45kg, com semblantes de tímida porcelana adornada a vulgaridade, surgindo do nada, cujo elogiável destaque na sua vida é viverem até ao prazo de validade que provavelmente se situa nos 30 anos de existência. Depois disso, estão velhas para os objectivos a que se propõem: terem a presença de meninas de 20, servis ao desejo de figurar numa qualquer passadeira vermelha.
O mundo está mesmo partido ao meio. Num dos hemisférios vivem pessoas que pesam 45kg, com semblantes de tímida porcelana adornada a vulgaridade, surgindo do nada, cujo elogiável destaque na sua vida é viverem até ao prazo de validade que provavelmente se situa nos 30 anos de existência.
Não vale a pena fazer comparações entre elas, pois provavelmente nada as distingue. São inquestionavelmente bonitas, embora se a referida votação pretende destacar "As mulheres que os homens mais desejam", correcto seria esta nomear-se "As mulheres que os míudos de 20 ou homens de 50 mais desejam". Haveria então lugar neste "gap" de 30 anos a destacarem-se meritoriamente outro tipo de mulheres – as que vivem no outro lado do hemisfério. Estes seriam os critérios:
- Mulheres que tenham mais de 18 anos mas não aparentem ter 18 anos.
- Se o limite de idade ultrapassar a barreira do razoável, que outros atributos como a inteligência, personalidade e charme se submetam a avaliação.
- Mulheres que se destaquem com meritório sucesso profissional.
- Mulheres que podendo ser portadoras de inegável beleza, nunca tenham utilizado tal atributo para singrar.
- Mulheres que se tenham destacado pela sua aplicação a bons valores e bons costumes.
- Mulheres que soletrem eximiamente o abecedário.
- Mulheres que gostem de ser "Mulheres", quando acordam e quando se deitam.
- Mulheres que tenham cultura geral para abordar assuntos diversos, mesmo que não os dominem.
- Mulheres que valorizem a importância do sexo feminino na sociedade, que demonstrem perseverança em carreiras profissionais antagonicamente povoadas pelo sexo masculino.
- Mulheres que ensinem ou motivem os homens a serem melhores.
Porque este valores todos juntos, para mim, são o que mais me fazem admirar o sexo oposto.
Etiquetas:
Coisas de Homens,
Homens & Mulheres,
Men's Health,
Mulheres,
O Provedor,
Opinião,
Sociedade
Onde me encontro:
Porto, Portugal
domingo, 8 de maio de 2016
Sublimes Divindades
Barbara Bouchet
· Nasceu como Barbara Goutscherola, a 15 de Agosto de 1943, em Liberec, na República Checa.
· Viveu com a família numa zona de refugiados da Segunda Guerra Mundial na Alemanha, até lhes ser concedida a possibilidade de emigrarem para os Estados Unidos em 1956, ao abrigo do Displaced Persons Act de 1948. Por tal motivo, foi criada em São Francisco, na California, com os Pais e os quatro irmãos mais novos.
· Antes de se tornar actriz, desenvolveu alguns trabalhos como modelo em anúncios televisivos e revistas.
· Em 1967, três anos após a estreia no cinema no filme What a Way to Go, interpretou a personagem Miss Moneypenny, a famosa secretária que era alvo frequente do charme de James Bond.
· Casou-se em 1974 com o actor e produtor Luigi Borghese, com o qual teve dois filhos. Divorciaram-se em 2006
· Após algum desencanto pela ausência de atribuição de papéis principais nos filmes de Hollywood, mudou-se para Itália em 1979, onde continuou a carreira de actriz. Regressou ao cinema americano em 2002 no filme de Martin Scorsese Gangs of New York, no papel de Ms. Hemmings.
· Ao logo da carreira de actriz, procurou distanciar-se ao máximo de papéis que apenas a valorizassem pela beleza da sua imagem, algo que na realidade nunca conseguiu. Mesmo em Itália, numa indústria cinematográfica mais moderada que Hollywood, era comum a sua participação em obras de terror ou nas frequentes "spaghetti comedy's" do cinema italiano nos anos 70 e 80.
· Procurou diversificar a carreira actuou ainda em teatro, para além de se dedicar à área do Fitness e da pintura, uma das suas paixões.
" I prefer working and living in Italy. It's a more humane environment than Hollywood. I like the work and at the same time keep my family and my sanity. Being a Hollywood beauty was a mixed blessing. Men are men, with all that testosterone, and when a pretty girl comes in front of them what can you expect? In Italy I had a hard time convincing them to put me in things other than sex comedies, though. That's why I got out of the business. When I hit 39 I told myself, "I can't continue doing these [sex farces]. I'll soon be turning 40 and going into another phase of my life. I want to do serious, meaty parts." And I kept telling the press, "Make me ugly, make me old, but give me a part I can sink my teeth into." So, that's a been a rather tough road for me to travel down."
Pontuação Indomáveis Patifes: 9,5/10
sexta-feira, 6 de maio de 2016
Girl Power...
"Às vezes gosto de conduzir, noutras gosto de ser conduzida.
Se um dia me quiseres conduzir, que me aprendas a navegar,
mas se nas ondas do oceano, a vela não mantiveres erguida
então meu querido, não me convides sequer para entrar."
A Imperatriz
quarta-feira, 4 de maio de 2016
Girl Power...
Nem sempre deve ser fácil uma mulher viver num mundo de homens bem intencionados.
Edwige Fenech, em Play the Game or Leave the Bed
In: Panama Red
terça-feira, 3 de maio de 2016
Blogs de Beauty, Fashion e Lifestyle.
Uma epidemia que os homens não compreendem?
Ultimamente ando surpreendido com a quantidade de blogs que existem dedicados aos hiperbólicos temas que, aparentemente, mais motivam o público feminino a criar este tipo de publicações.
Aquilo que para mim aparentemente não passava de um conjunto de fantasias descartáveis, com jovens mulheres ou não-tão-jovens-mulheres-a-quererem-ser-jovens dedicadas a serem fotografadas ora nas ruas de Lisboa com sacos de compras na mão ora dentro de lojas a experimentar roupa, afinal já representa no universo online um considerável marco de propagação.
A preponderância do mundo estético está inclusivamente ligada aos locais onde vamos jantar, onde vamos passar os nossos fins-de-semana e até à urgência com que colocamos nas redes sociais fotografias que comprovem que lá estivemos, ratificando o quanto estamos "In".
Úteis ou frívolos, lucrativos ou altruístas, os blogs de lifestyle são inegavelmente fundamentados num mundo estético, provavelmente distante da vida real da maioria dos seus seguidores, embora aparentemente próximo de quem os perpetua com postagens diárias acerca das escolhas com que se apresentam ao mundo no seu dia-á-dia. Por um lado, é demais evidente que por trás destes blogs existem mulheres ligadas ao mundo editorial da moda, com inteligível acesso a conteúdos originais que tanto despertam a curiosidade alheia. Mesmo a nível "amador" se apresenta também matéria de inegável compatibilidade a um maior domínio desta temática.
Questionável poderá ser a quanto de vida real obedece esta natureza estética, em que invariavelmente as questões ligadas à determinância da "beleza" se tornam mais influentes que o carácter humano de quem, sob sua influência vive. Sem hipocrisias, todos estamos sujeitos ao que está na moda, ao que os outros têm, ao modo como nos procuramos apresentar perante a sociedade. A preponderância do mundo estético está inclusivamente ligada aos locais onde vamos jantar, onde vamos passar os nossos fins-de-semana e até à urgência com que colocamos nas redes sociais fotografias que comprovem que lá estivemos, ratificando o quanto estamos "In".
Deve ser penoso acatar vicissitudes diárias que surgem a todos nós, quando nos temos de preocupar em não sujar a camisa quando mudamos um pneu do carro ou pegamos numa criança, como pouco prático estar o dia inteiro de saltos altos quando se tem de descer e subir escadas ou fazer caminhadas a vários locais num dia de trabalho.
Perante a própria estética em que a sociedade se vincula, torna-se quase obrigatório nos integrarmos nesta predisposição à aparência. Proclamamos assim a face glamourosa do mundo em que vivemos (ou que imaginamos que vivemos) não havendo lugar à cara inchada quando se acorda, ao vestir-qualquer-coisa ao Domingo, ou até mesmo uma maior descoberta interior evitando a ligação aos bens estéticos e materiais. Deve ser penoso acatar vicissitudes diárias que surgem a todos nós, quando nos temos de preocupar em não sujar a camisa quando mudamos um pneu do carro ou pegamos numa criança, como pouco prático estar o dia inteiro de saltos altos quando se tem de descer e subir escadas ou fazer caminhadas a vários locais num dia de trabalho.
Das duas, uma. Ou há sempre alguém disposto a fazer tudo por nós, ou passamos o dia em casa sem fazer nada, vivendo de rendimentos alheios que nos permitam andar pela cidade a fazer compras e a tirar fotografias. Nessa conjuntura, aquilo que é a vida real não passa de um mau pesadelo que nem se deve invocar para não trazer más energias.
sábado, 30 de abril de 2016
Sublimes Divindades
Barbara Leigh
· Nasceu como Barbara Ann Kish a 16 de Novembro de 1946, em Ringgold, Georgia, nos Estados Unidos.· Com 5 anos, mudou-se com a Mãe mais os cinco irmãos para Miami, na Florida. Um início de vida difícil, que a levou a viver em alguns lares de acolhimento.
· Foi no Tennessee que aos 14 anos conheceu um militar norte-americano destacado numa base em Cuba, com quem viria a juntar-se e a ter um filho, aos 17 anos. Divorciou-se dois anos mais tarde.
· O primeiro emprego foi como assistente médica. E foi numa saída nocturna com uma colega de profissão que conheceu Mark Devlin, o principal responsável pela sua carreira de modelo.
· Foi actriz e modelo. Estreou-se no cinema em 1972 no filme Junior Bonner, contracenando com o namorado da altura, o famoso Steve McQueen.
· Desistiu da carreira de actriz em 1979, desiludida com a indústria cinematográfica.
· Casou-se uma vez, união que durou apenas um ano.
· O momento mais trágico da sua vida deu-se em 1994 quando o seu único filho (Gerry Haynes) faleceu, vítima de SIDA. Barbara nunca perdoou a sí própria o facto de – tal como sucedeu com a própria Mãe – ter sido maternalmente ausente.
· Em 2002 lançou uma auto-biografia, onde confidenciou uma relação com Elvis Presley na década de 70, quando este era ainda casado com Priscilla Presley. Disse a propósito desse envolvimento: "Elvis was the King, and a King has to have his harem, right? I didn't think about him being married or about the many, many other women in his life. When we were together I tried living in the now. The '70's philosophy of Be Here Now"
· Em 2014 retirou-se de funções na Playboy Enterprises Inc., após 17 anos na empresa como Assistente de Fotografia.
"Our lives are relatively short. What we put into this world, we will receive in kind. I see that from living it. The great lesson I have learned is that we are all born to suffer, to feel happiness; but it is how we deal and share with others, and God’s creatures on this planet, that makes us the person we are. I hope I make a difference in others’ lives. I believe that I am a good person who loves life and shares what I can with anyone who has an open heart and loves life."
Pontuação Indomáveis Patifes: 9,0/10
sexta-feira, 29 de abril de 2016
O que elas mais procuram...
Nada que a minha intuição não me tivesse já dito. De acordo com um estudo elaborado pelo maior portal do mundo ao nível de conteúdos para adultos e da revista Bustle, dedicada ao público feminino, vídeos que envolvem relações sexuais entre duas mulheres são os mais procurados pelos internautas do sexo feminino. As decorrentes opções são vídeos compreendidos pelos termos "Mature", "Teen", "Large Penises", "Threesomes" e "Female Friendly"... No que respeita aos interesses masculinos, os conteúdos mais procurados são "Amateur", "Threesomes" e "Big Breasts".
O que as mulheres gostam
Em primeiro lugar é preciso assumir para quem ainda não teve a percepção, que este texto é escrito por um homem que se faz valer exclusivamente da sua experiência. Portanto, trata-se de uma opinião que vale o que vale.
As mulheres apreciam o lado mais estético e emocional da vida. O padrão comportamental feminino leva-nos (a mim particularmente) a entender que valorizam de sobremaneira todas as experiências que envolvam uma maior estimulação emocional, no que concerne ao envolvimento com o alheio. A moda, as viagens, a estética, as conversas acerca de relações, o amor, são tudo questões que de sobremaneira lhes agrada e lhes desperta elevado interesse. Aparentemente, o sexo não faz parte.
O que as mulheres (realmente) gostam
Vamos fugir um pouco à zona de conforto. E se tal tiver de ser com a precisosa ajuda de um homem, que seja. Porque nós homens temos de entender de uma vez por todas que temos de nos esforçar com elas.
As mulheres têm uma capacidade de observação e interiorização diferente dos homens. Reparam nos detalhes de um modo mais vasto, analisam sofisticadamente as arestas, e seguramente que pensam muito mais nas consequências dos seus actos do que nós. Há quem diga que levam tudo muito mais a sério. Aceito isso.
As mulheres têm uma capacidade de observação e interiorização diferente dos homens. Reparam nos detalhes de um modo mais vasto, analisam sofisticadamente as arestas, e seguramente que pensam muito mais nas consequências dos seus actos do que nós.
É um facto consumado que a grande dificuldade que assiste ao homem em compreender melhor o mundo das mulheres, reside na sua própria ignorância e prepotência ao básico. Sim, os homens, na sua maioria, são seres humanos desprovidos de capacidade de interpretação e sensibilidade à ode feminina. Com a mesma facilidade que aprendem sobre mecânica ou táticas de futebol, desinteressam-se pelos dissimulados prazeres que mexem com elas. Uma porta que não se abre pelo medo ao desconhecido, mas que as acompanha ao longo da vida. Refiro-me então, ao fruto proibido.
O fruto proibido
"O fruto proibido é o mais apetecido". Tão básico quanto impreciso. Uma frase aceite por muitos mas que carece de conteúdo, pouco esclarece, assim como a maioria dos lugares comuns onde vive enterrado a fonte de auto-conhecimento. "O fruto proibido é o fruto desconhecido". Isto sim, é a realidade. E é nesta realidade pouco perceptível e imensas vezes inalcançável que todo o conteúdo da verdade se manifesta. Não se trata de Mulheres serem diferentes de Homens. No escuridão, todos são cegos assim como todos procuram encontrar algo que os guie. O preço a pagar nunca seria demais se por obra divina tivéssemos o poder de nos tornarmos invisíveis, e que tal nos desse a possibilidade de explorar tudo o que complexadamente não conseguimos assumir.
O preço a pagar nunca seria demais se por obra divina tivéssemos o poder de nos tornarmos invisíveis, e que tal nos desse a possibilidade de explorar tudo o que complexadamente não conseguimos assumir.
As pessoas têm de deixar de viver uma vida tão empenhada no óbvio, na indolente rotina. Preparam-se um ano inteiro para se sentar à mesa no Natal com a família, entregar prendas oferecidas a maior parte contra-vontade pelo dispêndio financeiro, encobrindo a sua incapacidade de sentir prazer na partilha ao refugiarem-se na expressão "isto não está fácil para ninguém". Enquanto isso, investem numa fugaz passagem de ano como bons amestrados que são, brindando platonicamente à mudança, quando horas mais tarde se preparam para o regresso à mediocridade, onde se vive em função de crítica ao próximo e nunca ao sí mesmos.
O conhecimento, a auto-reflexão, as viagens e seguramente o Sexo, são as experiências mais importantes da vida de todos nós. Ler um livro amplia-nos os conhecimento, o que nos faz também questionar o que somos. Ajuda-nos a auto-reflectir. As viagens são o bálsamo da experiência, são o único modo de podermos partilhar ou assumir sempre com experiência de causa, e não apenas em campo teórico. O Sexo, esse, deve ser de uma vez por todas desprovido de amarras morais e conservadoras. Deve envolver-se em fantasia, confrontando sempre o desconhecido – o tal Fruto Proibido.
quarta-feira, 27 de abril de 2016
Sublimes Divindades
Carré Brenan Otis
· Nasceu a 28 de Setembro de 1968, em São Francisco, estado de Califórnia, nos Estados Unidos.· Iniciou a sua carreira de modelo com apenas 16 anos, tendo sido capa de revistas como Elle, Vogue, Cosmopolitan, Harper's Bazaar, Allure, Vanity Fair e Marie Claire. Foi modelo também em marcas como Guess e Calvin Klein.
· Iniciou em 1990 uma curta carreira no cinema, contracenando no filme "Orquídea Selvagem". Dado o conhecimento tornado público acerca do envolvimento com o actor principal – Mickey Rourke –, falou-se que todas as cenas mais íntimas do filme tinham sido reais, algo só desmentido pela modelo/actriz quase 20 anos mais tarde.
· Lançou em 2011 uma polémica auto-biografia, onde refere episódios marcantes na sua carreira modelo assim como no atribulado casamento com Mickey Rourke.
“I never owned a yacht. Or a house even. In fact, some months I couldn’t pay the rent on my apartment. I got some great contracts that paid a lot but I spent money frivolously. Then there’d be months of no work. In the earlier days, I’d often give my all on a shoot — 20 hours with no break — but wouldn’t see a dime. If the client didn’t like my performance then, oh well, my agent didn’t hold the client responsible. I was told to suck it up and take it as a learning lesson. Sometimes I wasn’t paid because the agency felt I owed them — debts from test shoots, portfolio expenses and hotel rooms.”
Pontuação Indomáveis Patifes: 9,0/10
segunda-feira, 25 de abril de 2016
Sublimes Divindades
Jo Raquel Tejada, mais conhecida por Raquel Welch.
Nasceu em Chicago, a 5 de Setembro de 1940. Filha de Pai boliviano e Mãe inglesa.
Em 2011 foi considera pela Playboy como nº 3 na lista "100 Sexiest Stars of the Twentieth Century"
Pontuação Indomáveis Patifes: 9,5/10
Subscrever:
Mensagens (Atom)






















