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segunda-feira, 13 de junho de 2016
O estilo do nosso Presidente
Marcelo Rebelo de Sousa, o Presidente da República Portuguesa, é um chefe de Estado diferente. Não podemos ficar indiferentes às suas últimas aparições públicas, onde tem conseguido apresentar uma imagem simpática e agradável, pouco comum às personalidades que ocuparam semelhante cargo nos últimos anos. Claro que não é por simpatia que se deve avaliar o desempenho de um cargo político, mas tendo em conta a pouca influência que a sua posição assume para o dia-á-dia directo dos portugueses, ao menos faz-nos sentir de algum modo optimistas.
terça-feira, 7 de junho de 2016
Ouvi dizer que...

"Acho que a taxa, a ser criada, devia ser usada para atenuar
a pegada turística na cidade ou adquirir edifícios que a
Câmara pretende que não sejam destinados ao turismo"
Rui Moreira, presidente da Câmara do Porto
quarta-feira, 1 de junho de 2016
Donald Trump
Não sei se Donald Trump um dia chegará à presidência dos Estados Unidos da América. Enquanto ficamos a aguardar, vamos assistindo a vários momentos polémicos vociferados pela própria boca. Alguns americanos parecem gostar, outros aparentam odiar. Seja como for, ganhando ou perdendo, a grande vitória do indivíduo está garantida: não precisou de se esforçar para dar nas vistas. Bastou ser ele próprio.
quinta-feira, 12 de maio de 2016
Frases que marcaram a semana...
Referindo-se a Donald Trump, a 9/05/2016
Jonathan Stuart Leibowitz, conhecido como John Stewart, nasceu a 28 de Novembro de 1962 em Nova Iorque. O crítico/actor/comediante com actualmente 53 anos, tornou-se globalmente conhecido como apresentador do satírico programa The Daily Show, entre 1999 e 2015. De descendência judaica, embora não se manifeste religiosamente como tal, define-se como um "homem de esquerda", associando-se publicamente ao partido Democrata norte-americano. Por motivos éticos, tornou-se vegetariano em 2015.
terça-feira, 10 de maio de 2016
Personalidade do Dia - Donald Trump
Uma coisa deu para perceber. Afinal o homem não tem peruca..
Leia aquí o artigo a respeito da sua campanha eleitoral.
domingo, 8 de maio de 2016
O que falta ao Bloco de Esquerda
- A política no Jardim do Éden
Apetece-me começar este post com a seguinte constatação: chateia-me solenemente o ar circunspecto e sisudo dos portugueses. Em bom português, a tromba com que as pessoas se passeiam pelas ruas. Ou dentro do carro. Ou nos supermercados. Ou nas repartições públicas. Ou em quase todo o lado. Às vezes acredito que somos um povo desanimado com qualquer motivo misterioso ou simplesmente por culpa de alguém, mesmo que esse alguém não seja mesmo ninguém. Mas para um tipo desconfiado como eu, será suspeito para avaliar.
Às vezes acredito que somos um povo desanimado com qualquer motivo misterioso ou simplesmente por culpa de alguém, mesmo que esse alguém não seja mesmo ninguém.
Por falar em assuntos que não levam a lado nenhum, vou falar de política em Portugal. Em preferências políticas, sou 30% de Esquerda, 40% de Centro e 30% de Direita. Mas no que respeita a partidos políticos nacionais, não me identifico com nenhum. Não gosto nem confio na política portuguesa principalmente pela ausência nesta do verdadeiro sentido de estado que os seus figurantes demonstram. Um circo de imposturice burguesa que gosta de andar com copos de Gin na mão nos locais In da noite de Lisboa para mim não representa a imagem que um político deveria ter. Já não basta o zé-povinho armado em Snob...
Serem uma espécie de Sócrates de saias; sorridentes e descontraídas, tal como o marisco que nos meses sem "erre" goza de um qualquer privilégio mitológico que inibe as pessoas de os consumir.
Mas existe um determinado grupo partidário que aparentemente se diz diferente. O Bloco de Esquerda. Entre o dividir amíude a liderança do partido ou destacar nas suas fileiras um considerável número de jovens mulheres, merecem pelo menos o prémio "Inovação". Na moribunda árvore sem folhas que é a política, fica bem o côr-de-rosa da flor de cerejeira. À Mariana Mortágua, Catarina Martins e Marisa Matias – os rostos em maior destaque neste partido – só lhes falta algo: apresentarem-se de um modo menos sério e artificial. Serem uma espécie de Sócrates de saias; sorridentes e descontraídas, tal como o marisco que nos meses sem "erre" goza de um qualquer privilégio mitológico que inibe as pessoas de os consumir.
Mas acredito que existam países onde ensaios rocambolescos na política sejam bem mais apreciáveis. Por exemplo, em Itália. Aficionada das redes sociais e das viagens low-cost, Maria Elena Boschi é uma jovem Deputada e Ministra italiana, que com apenas 35 anos tem a seu cargo a pasta das Reformas Constitucionais. Fundamental ou não em exercício do cargo que ocupa, a sua imagem bem ao estilo das divas italianas dos anos 70 e 80 garante um olhar diferente sobre o o "cizentismo" governamental. O estado de graça das coisas fica diferente com um sorriso de uma mulher assim. Uma sugestão às mulheres da política portuguesa.
sábado, 7 de maio de 2016
5 Razões pelas quais Donald Trump brilha
Para receio de muitos, existe apreciável probabilidade para que Donald Trump venha a ganhar a presidência dos Estados Unidos nas próximas eleições. Trump é uma personagem pouco consensual. Alguns discursos infames moveram as principais figuras norte-americanas a manifestarem o total repúdio pela sua visão de política, embora seja inquestionável que todo o "buzz" criado por sí próprio não deixa ninguém indiferente.
Razão nº1 - American Way of Life
Donald Trump é um homem de sucesso. Com uma carreira ligada essencialmente ao ramo imobiliário que rapidamente se estendeu a outras vertentes de negócio, Trump teve também alguns períodos que o levaram a perder a fortuna. Soube voltar à ribalta, recuperou o que perdeu, o que gerou um enorme reconhecimento por parte da sociedade capitalista norte americana. É desde há muito tempo considerado um herói por tal feito. Assim se construíu o mito sobre a sua própria personalidade.
O que começou por ser um movimento de consciencialização sobre a Esclerose Lateral Amiotrófica, rapidamente se tornou uma das maiores palhaçadas globais, na qual várias figuras da sociedade se remeteram a um banho de água gelada, demonstrando a sua solidariedade por algo que não conseguiam sequer pronunciar. Mesmo assim, entregando-se ao mesmo destino que outras figuras, Trump gerou a mesma empatia que o "povo" sente quando vê uma figura pública de cuecas num programa televisivo qualquer. O povo gosta destas coisas.
Razão nº3 - Programa de televisão
Trump teve um programa televisivo que chegou a passar em Portugal, onde através da sua postura provocante e insultuosa, avaliava as aptidões de jovens empreendedores desejosos de ser alguém. Basicamente, desejosos de serem como ele. Até então, era pouco comum a abertura do mundo dos negócios sob formato reality show, o que permitiu a sociedade entender o quanto se vive no fio da navalha quando se lida com milhões. Mais uma vez, os americanos puderam constatar o mérito e capacidades de Trump aplicadas na vida real.
Razão nº4 - Segurança
Donald Trump pode ser acusado pelos inúmeros excessos que comete. Mas uma coisa é garantida: Trump não se arrepende do que diz, demonstra uma enorme segurança em abordar temas tão controversos como pouco convenientes a uma sociedade dividida entre a ignorância e o cinismo. A sua postura firme assume-se como um género de propaganda anti-herói, desinteressado no estado letárgico do politicamente correcto que levou a população a perder aos poucos a crença da política. A evocação do nacionalismo e na superioridade norte-americana tem sido um dos pontos que lhe tem gerado mais apoiantes.
Razão nº5 - Mulheres
Por trás de um grande homem está sempre uma grande mulher, diz a sabedoria popular. Aí, Trump sabe apostar bem os seus trunfos, apoiando-se da presença da mulher e da filha nos vários comícios por onde tem espalhado a sua palavra. Mesmo tendo já um divórcio no currículo, o facto é que os americanos não gostam de pessoas demasiado perfeitas, sentem sempre uma espécie de empatia pelo tipo que já cometeu erros na vida e se redimiu. Um homem rude mas acompanhado de uma bela família aparenta um lado mais humano, mesmo sabendo o povo reconhecer que aquelas personagens são do mais materialista que pode existir.
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