Mostrar mensagens com a etiqueta Cinema. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Cinema. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 14 de junho de 2016

Filmes invulgares dos anos 80 - Flash Gordon


Um jogador de futebol americano chamado Flash Gordon é raptado juntamente com a jovem Dale Arden pelo professor-cientista Dr. Hans Zarkov, que os leva num estranho foguetão espacial ao planeta Mongo, governado pelo Imperador Ming. Através de um qualquer tipo de poder extraordinário à distância, Ming provoca uma série de catástrofes naturais que aos poucos destroem o planeta Terra, tentando Flash intrometer-se nos seus planos.



Imperador Ming: Klytus, I'm bored. What play thing can you offer me today?
Klytus: An obscure body in the S-K System, Your Majesty. The inhabitants refer to it as the planet Earth.
Imperador Ming: How peaceful it looks.
[He activates a console, and watches as earthquakes, floods, etc. start to occur. They both get a good laugh out of it]
Klytus: Most effective, Your Majesty. Will you destroy this Earth?
Imperador Ming: Later. I like to play with thing a while before annihilation.






Alguns factos interessantes
· Arnold Schwarzenegger foi rejeitado para o papel de actor principal pelo seu sotaque austríaco demasiado acentuado.
· Kurt Russell terá participado numa audição ao mesmo papel principal, porém recusou o convite por considerar que a personagem não era suficientemente interessante.
· A um determinado ponto do filme, Ming a um Deus chamado de Daizan. "Daizan" é na realidade uma expressão japonesa que significa "grande crueldade".
· No filme participou Ornella Muti, considerada uma das actrizes mais belas de sempre.
· Os Queen participaram na banda sonora do filme.



Lembro-me de ter visto este filme quando tinha uns 7/8 anos. Não se trata propriamente de uma obra prima, mas a verdade é que se trata de um filme que vale a pena rever, principalmente para aqueles que nasceram na década de 70/80. Efeitos especiais de acordo com as limitações da época, um guarda-roupa criativo e muita imaginação à mistura. A personagem do Imperador está bastante bem caracterizada e interpretada. E porque não, a bela Ornella Muti. Abaixo está o trailer original.

sábado, 4 de junho de 2016

A pior inimiga da Mulher: a "Outra"






Todos os filmes têm o seu propósito. Uns, com extraordinários orçamentos e objetivos comerciais pretendem atingir enorme sucesso de bilheteira. Outros, juntam uma constelação de atores conhecidos, pretendendo um resultado mais focado na excelência da caracterização e do argumento. Mas existe um terceiro escalão, deveras interessante, focado no misterioso mundo dos maiores receios femininos: os filmes que abordam histórias de mulheres que se sujeitaram à traição ou intriga através da vingança ou inveja de outra mulher.

Geralmente a Vilã é uma "Sex Bomb", o Marido envolve-se com esta nunca por vontade própria (submetido a uma sedação qualquer que lhe retira a "possibilidade" de se defender), e a Esposa lá surge, fora do prazo mas sempre a tempo de defender a relação e afugentar a concorrência.

Estas histórias, de argumentação simples, tornam-se perceptivelmente interessantes ao público feminino: abordam a opressão praticada pela agressora ao casal, onde geralmente o homem é demasiado ingénuo para perceber ou se defender, obrigando a namorada/esposa a intervir, em defesa da relação e do bem estar familiar. Depois surge a visão interessante de quem interpreta a história. Este tipo de filmes, despertam a nós homens alguma curiosidade. De modo introspectivo, naturalmente, é uma trama da qual não nos importávamos nada de fazer parte. Talvez mesmo o cenário perfeito à inocência de uma infidelidade. Geralmente a Vilã é uma "Sex Bomb", o Marido envolve-se com esta nunca por vontade própria (submetido a uma sedação qualquer que lhe retira a "possibilidade" de se defender), e a Esposa lá surge, fora do prazo mas sempre a tempo de defender a relação e afugentar a concorrência. Estas são algumas destas famosas Vilãs.

#1 - India Eisley
Nanny Cam, 2014




Linda tem o casamento perfeito: um marido jovem e bem aparentado, assim como uma adorável filha de 8 anos, Chloe. Um dia decidem contratar uma jovem Babysitter, Heather, que depressa se envolve entre o casal de modo a afastar Linda da posição que pretende ocupar à força: ser esposa e Mãe. Mais do que uma simples situação de devassa familiar, este filme revela uma das preocupações que assiste a qualquer mulher mais experiente: uma Mulher mais jovem poder gerar interesse no Marido. Uma espécie de concorrência desleal.

Lá aparece o pobre coitado a ser violentamente seduzido, imobilizado por um sedativo qualquer


O que é que India Eisley tem? Para além de ser uma "Pita" gira, tem qualquer coisa de perverso naquele olhar inocente. Com 22 anos na actualidade, nasceu na Califórnia nos Estados Unidos. Já participou em quase 10 filmes de cinema, tendo sido actriz principal na série The Secret Life of the American Teenager.

#2 - Josie Davies
Dirty Teacher, 2013




Jamie é uma jovem popular que namora com Danny, um rapaz simples mas atraente que se dedica de modo bastante empenhado aos estudos, como preocupação ao apoio incondicional dos Pais no seu futuro, perante as graves dificuldades financeiras que a família atravessa. Até que surge Molly, uma professora substituta, que fruto de diversos distúrbios psicológicos mal resolvidos derivantes de uma infância difícil, decide conquistar o jovem rapaz, na expectativa que tal relação lhe devolva de certo modo a sua juventude perdida. Neste caso, ao contrário do anterior filme, o papel de Vilã assiste a uma mulher mais velha.

A vida de estudante não é nada fácil, seja com ou sem livros nas mãos


O que Josie Davies tem? Essencialmente, Josie é uma mulher bonita, com uns olhos azuis quase que felinos. Aos 43 anos, esta californiana apresenta uma escultural forma física, destacando-se assim com atributos suficientes para desempenhar uma perfeita vilã nesta natureza de filmes.

#3 - Amanda Seyfried
Chloe, 2009



Catherine (Julianne Moore) decide fazer uma festa-surpresa ao marido David (Liam Neeson) que chegaria essa noite de uma longa viagem de trabalho. Porém indesejadamente a viagem é adiada, chegando David apenas no dia seguinte. Desconfiada de uma suposta infidelidade do cônjuge, Catherine decide contratar uma jovem prostituta que coloque a teste a verdadeira capacidade de lealdade do marido. Só que não conta que esta se venha a apaixonar. Não pelo marido, mas por ela...



O que Amanda Seyfried tem? Beleza, seguramente, mas um qualquer olhar enigmático. Talvez pela expressão que sorri sem mostrar os dentes, quase como quem esconde alguma coisa. Nasceu na Pensilvânia, nos Estados Unidos, e tem actualmente 30 anos. Para além de actriz, é modelo.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Sublimes Divindades

Edwige Fenech
· Nasceu em Annaba, Argélia, a 24 de Dezembro de 1948. Malta é a origem do Pai enquanto a Mãe é de origem Italiana.
· A participação em concursos de beleza valeu-lhe aos 16 anos o prémio Miss Cote d'Azur, sendo que alguns anos mais tarde foi eleita Miss França.
· A estreia no cinema deu-se em 1967 no filme All Mad About It.
· A sua beleza e sensualidade tornaram-na bastante na década de 70, onde particularmente se destacou nas comédias italianas muito habituais na altura, do género "Exploitation". Trabalhou ainda em Espanha, Alemanha e França.
· Teve o seu ponto alto na carreira durante quase uma década, entre os anos 1968 e 1982, sendo na altura uma das maiores celebridades na Europa.
· Em meados dos anos 80 abraçou outras áreas profissionais, lançando a sua própria linha de roupa, para além de criar uma companhia de produção de cinema – a Immagine e Cinema SRL.
· Em 1990 casou-se com o empresário italiano Luca Cordero di Montezelomo, presidente da Ferrari e responsável pela organização do mundial de futebol em Itália, em 1990. Mais tarde, em 2004, Montezelomo tornou-se presidente do grupo automóvel FIAT.
· Fruto do casamento nasceu o seu único filho, Edwin Fenech, hoje presidente da Ferrari nos Estados Unidos.
· Participou no filme Hostel 2, de 2007, a convite do realizador Quentin Tarantino
· Hoje dedica-se exclusivamente á função de produtora, tendo abdicado totalmente da carreira de actriz.

domingo, 1 de maio de 2016

Filmes perfeitos para uma sexta à noite






O género: Um tipo de fusão de Aventura com conteúdos para adultos.
O conceito: Um Tarzan de patilhas, um gorila com calças "boca-de-sino", uns pigmeus, uma canibal pelo meio, drogas psicadélicas, orgias de mosquitos a atacar orgias de pessoas...
Avaliação IMDB: 5,0/10
Propósito: Para quem quer apimentar um serão à frente da televisão, sempre com o risco de poder acordar a qualquer momento.
Obrigatório: Ter o comando sempre ao alcance.
Factos inquestionavelmente importantes: O pénis do gorila tem de ser igual ao de um comum homem adulto.


O Veredicto: Jungle Blue (1978)
Este filme conta-nos a história de Jane, que decide partir em busca do Pai nas densas e enigmáticas selvas do Perú. Com ela segue a amiga Silvia (lésbica por sinal) que consegue convencer Jane a fazer um trio com um tipo que as acompanha chamado Hank. Até aquí tudo bem. É então que conhecem a personagem principal, um género de Tarzan sem direitos de autor, que passa mais de metade da narrativa a saltar de liamba em liamba sem se perceber bem porquê. Este consegue inclusivamente ter o privilégio de morrer duas vezes... e continuar vivo! Nota a salientar: Hank transporta consigo um pequeno símio (um gajo pequeno dentro de um fato de gorila, na verdade), que supostamente fugiu do circo – um símio africano perdido nas florestas do Perú depois de fugir do circo? Nada de anormal. Tal como, a partir de metade do filme, já o Pai "que-se-foda, ele não aparece"... E não é que o filme foi foi mesmo filmado na Colômbia e no Perú? No final, perceber que os macacos andam inclinados mas correr totalmente erectos como um atleta, fez-me perceber afinal a valiosidade desta obra!

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Filmes de uma vida - Wild Orchid



"We all have to lose ourselves sometimes to find ourselves, don't you think?"

Para aqueles que se preocupam em vislumbrar um filme apenas quando a crítica ou opiniões alheias são favoráveis, então a obra "Orquídea Selvagem" não constará na agenda destes. Principalmente se nascidos após a década de 90, indiferentes a importância da Sétima Arte nas décadas de 70 e 80.
E foram de facto essas férteis décadas que em termos cinéfilos marcaram várias gerações de jovens e adultos, assistindo-se a um brotar de filmes que abordavam de modo mais profundo temas controversos, em que no caso das narrativas amorosas envolviam um patamar muito mais carnal e proibitivo que nos clássicos romances de décadas anteriores.

Orquídea Selvagem (1990) não foi de facto a primeira aproximação a relações "proibidas" no cinema. O Carteiro Toca Sempre Duas Vezes em 1981 (adaptação do original de 1946 ), 9 Semanas e Meia (1986) e Atracção Fatal (1987) criaram sem dúvida a base que permitiria o aparecimento desta obra mais tarde, destacando-se das demais por dois inquestionáveis factores: uma bela e desconhecida actriz a representar o alvo de luxúria do irreverente Mickey Rourke, assim como o cenário de fundo passado no paradisíaco Brasil, nomeadamente em Salvador da Bahia e Rio de Janeiro. Um perfil diferente dos cenários urbanos norte-americanos dos anteriores filmes referidos.

Se considerarmos o quotidiano entediante da maioria das pessoas é desprovido de emoção, sonhos e fantasias, existirá sempre uma enorme dificuldade em aceitar que vida tenha situações tanto de improváveis como apaixonantes!

O filme conta a história de Emily Reed (Carré Otis), uma jovem e inocente advogada estagiária oriunda do Kansas, cujo sonho em viajar pelo mundo a leva a acessorar um negócio imobiliário no Brasil, acompanhada pela sua superior, Claudia Dennis (Jacqueline Bisset). Já no Brasil, o negócio que envolve milhões sofre um revés, obrigando Claudia a viajar de imediato para a Argentina, deixando para trás a ingénua estagiária. Hospedada num hotel de 5 estrelas, Emily acaba por conhecer um ex-amante milionário de Claudia, James Wheeler (Mickey Rourke), desenrolando-se a partir daí toda a intriga do filme, conduzida por um impulsivo e traumatizante controlo emocional imposto pelas dificuldades em lidar com sentimentos demonstradas pelo magnata.

Qualquer intelectualóide que se disponha a avaliar este filme poderá considerar a história absurda, impossível de associar à realidade. De facto, se considerarmos o quotidiano entediante da maioria das pessoas é desprovido de emoção, sonhos e fantasias, existirá sempre uma enorme dificuldade em aceitar que vida tenha situações tanto de improváveis como apaixonantes. Que não minha opinião, são magistralmente evidenciadas nesta obra.

Uma nota final interessante; fruto do relação das personagens assim como do envolvimento de todos os magníficos cenários do filme, Carré Otis e Mickey Rourke iniciaram uma relação que durou seis anos, tendo ambos contracenado no filme Exit In Red em 1996.

terça-feira, 26 de abril de 2016

Frases que mudaram o mundo


Mayor: Callahan, I don't want anymore trouble like you had in the Fillmore district. Understand? That's my policy.
Harry Callahan: Yeah, well when an adult male chases a female with intent to commit rape, I shoot the bastard. That's my policy.
Mayor: Intent? How did you establish that?
Harry Callahan: When a naked man chases a woman in alley with a butcher knife, and a hard-on, I take it he's collecting for the Blue Cross.

Filme Dirty Harry, 1971

domingo, 24 de abril de 2016

Discriminação sexual... Acho mal!

À esquerda joga-se à bola com cabeças, à direita um registo claramente romântico.





Os monstros afinal também têm sentimentos!
Nunca compreendí o critério adoptado por estas personagens monstruosas brotantes dos filmes de terror clássicos, no que concerne a diferentes interacções entre vítimas homens ou mulheres. Os monstros afinal também têm sentimentos, ou é apenas uma questão hormonal que justifica tão vil discriminação sexual? Venham eles do espaço, do mar, da terra, do esgoto, é identificável um trato bem mais cuidadoso e gentil em relação à vítima feminina, um paradigma diferente do reservado ao alvo masculino. Acho mal!

A todas as entidades monstruosas envolvidas, o meu apelo para uma diferença de tratamento mais equilibrado, faz-cha-vor!

Verdade de La Palice: "Antes um abraço do Monstro que uma carta de amor do homem feio!"

Filmes perfeitos para uma sexta à noite



Ano: Qualquer coisa entre 1950 e 1970.
O género: Terror, obrigatoriamente.
O conceito: Algo semelhante a um pesadelo.
Avaliação IMDB: Sempre abaixo de 4 estrelas (em 10 possíveis).
Nomeações para Óscar's: Impensável.
Propósito: Como se estar em frente ao televisor numa sexta feira à noite já não fosse uma merda, mal por mal, uma merda de filme como cereja no topo do bolo.
Obrigatório: Que a frase "What a fuck!?" nos venha à cabeça várias vezes ao longo da narrativa.

O Veredicto: Attack of the Puppet People
Um médico de nome Franz (What a fuck!?), decide combater a solidão dando largas à sua maior fantasia – reduzir todos os seres humanos à dimensão de algumas polegadas. What a fuck!?

Verdade de La Palice: "Quanto mais merdosa é a obra, maior probabilidade tem esta de se tornar num filme de Culto".