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sexta-feira, 3 de junho de 2016
O Sonho de Criança do Presidente do Sporting
Segundo consta, o sonho de criança do presidente do Sporting Clube de Portugal foi sempre ocupar o dito cargo que alcançou. Sonhar é bom e realizar os sonhos é bom demais. O problema é que o indivíduo conseguiu materializar o sonho sem chegar a adulto. Mas acho que para ele isso é apenas um pormenor, um minúsculo detalhe sem importância. Se os adeptos gostam, para quê mudar?
quarta-feira, 18 de maio de 2016
Galardão Indomáveis Patifes - Prémio Comédia do Ano
Empurra leve, levemente, como quem chama por mim!
Será chuva? Será gente? Gente não é certamente!
E a chuva não empurra assim!
Não totalmente desfeito pelo susto de tamanha aplicação de energia no dorsal da espécie sem-pescoço, verifica-se qual canto do cisne, a vítima a emitir um qualquer sinal sonoro para dentro do campo, antes da total perca de consciência derivante da queda. Pela coragem demonstrada no desempenho à sua função, merecendo elevado reconhecimento pelo serviço prestado à nação, invocamos a premência de assumir com toda a frontalidade:
Lito Vidigal a presidente. JÁ!!
Galardão Indomáveis Patifes - Futebol em 2016
Equipa do Ano - Sport Lisboa e Benfica
O Sport Lisboa e Benfica sagrou-se campeão à última jornada da época que terminou no passado Domingo. Um ano marcado pela mudança de treinador, cuja surpresa na continuação da carreira ao serviço do eterno rival, o Sporting Clube de Portugal, levou os adeptos a um ataque de nervos. Um início de temporada marcado ainda por maus resultados, ainda fizeram estremecer a fé dos adeptos na revalidação do título. Porém no conjunto da Luz mostrou-se determinado até ao fim do campeonato, e com alguma sorte à mistura mas seguramente com mérito, conquistou pelo terceiro ano consecutivo o título nacional, o 35º em toda a sua existência.
Desilusão do Ano - 2º lugar do Sporting Clube de Portugal
Num ano marcado pela determinada ofensiva de contestação provocada pelo presidente Bruno de Carvalho, o Sporting Clube de Portugal conseguiu superar um plano de instabilidade corrente e disputar com todo o mérito o campeonato com o rival Sport Lisboa e Benfica. Com o ingresso de um dos melhores técnicos portugueses, o Sporting praticou um futebol vistoso e quase sempre vitorioso, tendo mesmo conseguido derrotar os seus mais directos adversários 3 das 4 vezes que contra eles jogou para o campeonato. Infelizmente para o clube verde-e-branco tal não foi suficiente, quedando-se no final a apenas dois pontos do primeiro lugar.
Flop do Ano - Pablo Daniel Osvaldo
O avançado Italo-Argentino Pablo Daniel Osvaldo trazia consigo a ilusão de poder dar continuidade à senda de bons avançados que marcaram o Futebol Clube do Porto nas últimas décadas. Embora fosse detentor de algum estatuto, Pablo Osvaldo não se desprendeu de velhos hábitos de indisciplina e irregularidade que continuamente marcaram a sua carreira, levando a sua experiência em Portugal a durar muito pouco tempo. Desvinculou-se do clube a meio da temporada, sem deixar nenhumas saudades.
Jogador do Ano - Renato Sanches e João Mário
A partilha do galardão é inteiramente justa pela importância que ambos demonstraram no rendimento global das equipas que representaram. Renato Sanches terá sido uma revelação; com 18 anos conseguiu a titularidade na equipa sem demonstrar algum tipo de impreparação emocional. No caso do jogador do Sporting, uma certeza de algo que possivelmente já o era: João Mário é dos melhores jogadores portugueses da actualidade, e um caso sério de possível amealhar de dinheiro numa venda impossível de evitar num muito breve futuro.
Figura triste do Ano - Falta de Fair Play de Bruno de Carvalho
Desportivismo, que naturalmente advém do termo "desporto", representa o modo saudável inerente à prática do mesmo. É com desportivismo, através da contenção emocional aos resultados ou acontecimentos contestáveis, que se demonstra também alguma dimensão. Não obstante naturalmente da verdade desportiva ter de estar no topo das prioridades de quem pratica modalidades. Bruno de Carvalho exagerou, semana após semana, na utilização do dom da palavra para publicamente endereçar a ofensiva que acreditou ser fundamental. Terminando o ano em segundo lugar, coloca um sabor agri-doce a todo o seu esforço. Teriam existido seguramente meios menos audíveis e mais eficazes de fazer valer a sua razão.
Comédia do Ano - Lito Vidigal
O Prémio Comédia do Ano aponta a distinção ao caso mais insólito que terá ocorrido nos sempre férteis em acontecimentos estádios portugueses. Naturalmente que vários são sempre os casos meritórios, embora tenha sido no jogo Arouca-Sporting a ocorrência que mais se considere digna de registo. A um dado momento do jogo, o treinador Lito Vidigal procurou usufruir do espaço destinado à equipa visitante – o Sporting – tentando lançar algumas provocações. Algo que provocou a reacção dos jogadores leoninos, nomeadamente ao central brasileiro Naldo, que com um ligeiro empurrão provocou uma queda aparatosa (no mínimo) do dito treinador. A queda do treinador ficará registada nos momentos mais caricatos e sempre agradáveis de assistir no futebol nacional.
segunda-feira, 16 de maio de 2016
O Erro do Presidente do Sporting: Demasiada Emoção, Alguma Razão e pouco Cérebro Humano
Descartes foi essencialmente um homem que conheceu ao longo da sua vivência uma série de diferentes culturas e diferentes linhas de pensamento. Numa sociedade marcadamente feudal (em plena Idade Média), o filósofo observou que os costumes e tradições de um povo influenciam o modo como as pessoas pensam e lidam. Basicamente, com as suas crenças. Entre outras teses, Descartes defendeu que a dúvida é a aurora do conhecimento. No sentido inverso, o autor português defende que a ausência de sentimentos e emoções são a antítese da racionalidade, em que todo o comportamento racional deverá ser intrínseco ao lado emocional.
A Emoção inspira-se no impulso. Define o bem estar imediato assim como a felicidade momentânea. A Razão define uma objectividade futura, assim como as consequências da decisão tomada. Todos nós somos fruto da emoção, embora a objectividade da razão seja seguramente um dos principais pilares de uma vida em equilíbrio, com um sentido à realização de modo mais elaborado, vertical e seguro. A vertente emocional atribuí ao ser humano todas as sensações de prazer naturalmente momentâneas, mas necessariamente procuradas por todos nós. No atingir de tal relação com o prazer, inúmeras vezes abdicamos da não tão atraente Razão. As consequências de tais actos, serão apenas mais tarde recolhidas.
A vertente emocional atribuí ao ser humano todas as sensações de prazer naturalmente momentâneas, mas necessariamente procuradas por todos nós. No atingir de tal relação com o prazer, inúmeras vezes abdicamos da não
tão atraente Razão. As consequências de tais actos, serão apenas
mais tarde recolhidas.
Tudo isto para apoiar a análise que o presidente do Sporting Clube de Portugal me merece. Bruno de Carvalho configurou-se como um candidato à presidência do clube que actualmente preside, sob o formato de alternativa ao por sí definido Status Quo que prevalecia ao longo de décadas no clube: por razão da génese cultural do emblema, reconhecia nele uma conduta de presidencialismo semi-feudal da qual o Sporting se tinha tornado mártir, sacrificando o prestígio obtido por vitórias à mercê da subserviência não apenas a clubes rivais, como a uma passividade que excluía o clube das vitórias.
Perante uma massa adepta emocionalmente descontente mas pouco empenhada no esclarecimento – como todas as massas o são –, o surgimento do apóstolo colocando a descoberto clandestinas frustrações – como todas as frustrações o são – e apontando alvos em concreto, conseguiu de modo fácil e sem impugnação o mais fácil júbilo da história do clube. Nem na sua altura, João Rocha que hoje se edifica hiperbolicamente a Rei, foi tão soberanamente aclamado. De repente, com uma comunicação essencialmente focada na resposta imediata a questão confusas, Bruno de Carvalho despertou as emoções dos crentes ao Clube. Criou-se então uma corrente humana emocionalmente movida, descaracterizando-se a possibilidade da Razão em redor do futuro do clube.
Forjado o ferro, procurando o conflito e a dôr como estrada de um sucesso por sí contemplado, Bruno de Carvalho permitiu o sonho tomar conta de sí, tão quanto cada adepto permitiu a sí próprio encarnar no mesmo paradigma. Criou-se assim a canonização de um novo Sporting, reconfigurado numa matriz que nunca foi a sua, numa índole de complexo de Édipo, como se de uma prostituição intelectual a matriz do Sporting se tratasse.
Pessoas que hoje "fazem" o Sporting, nomeadamente o seu presidente, o treinador, assim como os responsáveis mais visíveis, são uma face oposta ao que 90% das gerações sportinguistas acreditaram. Os Pais daqueles que hoje se dizem ser do Sporting, acreditaram não numa fantasia como Carvalho sempre desejou sublinhar, mas num modo de estar no desporto e na vida em simbiose com a Razão e o Estatuto. Razão e Estatuto fizeram do Sporting o Sporting, assim como por exemplo, Emoção e Permissão fizeram do Benfica o Benfica. Não aponto tais condições como uma crítica. É isto que os clubes são, e como tal, esta foi a génese da sua rivalidade eterna.
Bruno de Carvalho é um indivídio que despreza a génese do Sporting. Enquanto o povo se imberbe entre o apocalípse de discursos heteróclitos ou a burguesia de descortinar relatórios & contas provincianos, ele e todos aqueles que o acompanham transformam o clube num corpo sem alma, onde virtualmente um coração bate, enquanto bater. Peço honestidade às gerações mais novas! O que lhes foi transmitido pelos anciães que lhes mostraram o que era o Sporting? O que lhes fez gostar do Sporting quando decidiram ser sportinguistas e pouco se vislumbrava em formatação de títulos? Tiveram vergonha do Sporting algum dia das vossas vidas, levando-vos agora a acreditar que não existe diferença entre o que Bruno de Carvalho pensa e o melhor caminho para o clube? Na medição triste de sportinguismo, então eu digo-vos que se assim o foi, vocês nunca foram do Sporting.
O Sporting não demonstrando desportivismo – mesmo que em momentos dele duvide –, não merece o louvor do desporto nem quem por ele se apaixona. Entenda-se que é possível admirar um clube mesmo que este não ganhe;
a maioria das pessoas desta vida também não ganham.
Declarem carinho ao clube, observando na planície da vossas vidas o abraço fraterno à Razão. No cume da Emoção, nunca abandonem a reflexão que tal momento exige, porque não há razão em momentos baixos que provoquem emoção em momentos altos. O Sporting declarando guerras sem objectividade, vence jogos mas não ganha títulos. O mesmo que conseguiu sem guerras. O Sporting colocado-se incómodo a terceiros, desprotege o seu reino, confundindo o seu povo. O Sporting não demonstrando desportivismo – mesmo que em momentos dele duvide –, não merece o louvor do desporto nem quem de ele se apaixona. Entenda-se que é possível admirar um clube mesmo que este não ganhe; a maioria das pessoas desta vida também não ganham. Mas podem ser admiradas se forem dignas. Sem ser admirado, fruto desta eleita mensagem de nojo ao mundo do Futebol do qual o Sporting tem vindo a subscrever, o Sporting passa a ser odiado, em igual proporção ao sentimento transportado por aqueles que neste momento também vítimas do seu ódio ao alheio, procuram neste presidente o próximo balão de oxigénio.
A Sporting sobrevive deste modo. Mas não cresce. Não caminha para lado algum. Quem desejar apontar ao lucro no final do trimestre como resposta cabal a todo este indelicadamente longo texto, encontrem então em tal aglomerado estatístico uma numerologia de razões para o lerem de novo estas linhas, desde o princípio.
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domingo, 15 de maio de 2016
Quem irá vencer o título
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| A Assembleia dos Deuses em redor do trono de Júpiter, de Giulio Romano |
Finalmente se chega à última jornada do campeonato em Portugal.
Quiçá um ano desgastante para aqueles que gostam do Futebol pela sua beleza estética ou compromisso com ideais de desportivismo e fair-play. Não obstante de tais vicissitudes, o futebol sempre foi, é e será simbologia de paixões tão mais intensas como por vezes irresponsáveis, mas sempre ladeadas à filiação de princípios que assistem a cada cultura, a cada clube, a cada adepto.
Para aqueles que se pautaram pela constância de vitórias ao longo de quase quatro décadas, este foi mais um ano de frustação. Agora, como já alguns desconfiavam outrora, sabe-se que se deu demasiado a quem nunca mereceu tanto tempo. Por falta de sorte ou aptidões, Lopeteguí revelou-se cronologicamente um erro. A escolha do espanhol a 6 de Maio de 2014 foi um sonho, uma inspiração, talvez uma hipérbole por parte de um presidente que pretendia uma nova orientação focada em atributos nunca comprovados do treinador no abraçar a evolução de jogadores jovens a um clube vencedor. Talvez as divindades não lhe desejassem tal sucesso. Ou talvez tenha sido Jesus que não o permitiu. Fica um final de campeonato penoso, a um clube que para os rivais nunca pagou justamente pelo pecado de louvável ou condenável domínio no futebol em Portugal.
Para o bicampeão nacional, este foi um ano zero. Posicionamento responsável na base da realidade económica que nos assiste ou fruto de um erro de prevenção ou escolha, o Benfica auto-promovido ao projecto há cerca de 10 anos, confrontou-se com abrupta mudança de paradigma em sequência de igualmente abrupta mudança de treinador. Um treinador que marcou inquestionavelmente o clube da Luz com a marca da vitória, da exigência, como por vezes da polémica. Disse-se que este nunca compreendeu o anseio da direcção ou massa adepta pela promoção do jovem jogador nacional. Afirmou-se a sua incompatibilidade pelo regresso das camadas jovens ao hemisfério do clube, embora tal padrão nunca tenha na realidade sido a matriz do Benfica. Jesus saíu como não desejou, mas procurou o destino que porventura sempre pretendeu. No sentido inverso, o SL Benfica apostou no regresso de alguém confiável ao coração vermelho-e-branco. Perdeu-se a nota artística, a soberba postura pelos relvados do país, mas para os adeptos o que se ganhou talvez tenha sido o mais importante: um treinador adepto do próprio clube. No seio do benfiquismo e na sua génese de filiação, tal sentimento impera mesmo por vezes, sobre a própria razão. O destino movido a improvável proclamação, voltou a colocar o clube em primeiro.
Embora demasiadas vezes sem sucesso mas sem nunca ter perdido o estatuto de candidato, Sporting surgiu este ano mais empenhado pela disputa do título. Um regresso ansiado por uma massa adepta sofredora mas fiél a um nível incomum, provavelmente inédita à realidade de um país que de algum modo difere da inerente base de eleição do próprio clube. Jesus, que procurou no Sporting o destino de um percurso muito seu, aclamou a sí a benevolência de que nada seria como dantes. O porte de fé numa mensagem que devolveu esperança aos seus adeptos, acompanhados pelo discurso de um presidente que peculiarmente quebrou uma corrente mais formal na representação do estatuto de grande. Mostrando todo o seu inconformismo e reconhecendo à elevada matriz do clube a responsabilidade do mesmo não vencer, mobilizou os adeptos na não-conformação por lugares que não o primeiro, assim como procurou por uma responsabilização alheia inerente ao não ganhar, evidenciado à demasiados anos. Uma mensagem de ruptura, talvez prematura de consequência, mas apreciada pela corrente do clube associada a igual irreverência. Independentemente de tudo, o Sporting nesta época, esteve de volta!
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quinta-feira, 5 de maio de 2016
Toda a verdade sobre o "Jogo da Mala" no futebol português
A história entre Sporting, Benfica e Porto
Informação apurada permite confirmar que o "Imaculado Líder" terá prestado o seu contributo, o que adivinha uma aproximação estratégica entre os dois clubes – Sporting Clube de Portugal e Futebol Clube do Porto
Ao que tem sido falado na última semana, o presidente do Sporting – "O Grande Líder" como é conhecido entre os seus apoiantes – terá sondado o homólogo do Norte no sentido apoiar o avolumar de conteúdo da referida "Mala", visando um superior valor a entregar aos dois restantes adversários que o clube da Luz terá pela frente até ao final do campeonato. A informação apurada permite confirmar que o "Imaculado Líder" terá já prestado o seu contributo, o que adivinha uma aproximação estratégica entre os dois clubes.
Do lado do Benfica, é tempo de contar espingardas. Sob superiores instruções, os responsáveis pela área de comunicação têm colocado incessantemente na praça pública o verdadeiro enredo em que se encontra o futebol em Portugal. Fazendo uso da sua mais forte convicção – a palavra – procura-se levantar a ponta do véu no que respeita ao destino do eminente prémio, focando agora as suas acusações para o Marítimo, próximo adversário na jornada que se avizinha. O presidente do Sport Lisboa e Benfica até agora tem mantido o silêncio.
O "Imaculado Líder" terá mesmo mostrado aos responsáveis do clube de Alvalade o conteúdo da dita "Mala Vermelha". Que na verdade não passava de um saco com alguns doces e peças de fruta, em clara provocação
Um silêncio que fomenta a certeza acerca de uma segunda "Mala" de alvíssaras, desta vez preparada pelo clube encarnado, que percorre o País em sentido inverso, com destino aos adversários que o Sporting tem tido pela frente. O primeiro destinatário terá sido mesmo o Futebol Clube do Porto, adversário do clube verde-e-branco na anterior jornada. O "Imaculado Líder" terá mesmo mostrado aos responsáveis do clube de Alvalade o conteúdo da dita "Mala Vermelha". Que na verdade não passava de um saco com alguns doces e peças de fruta, em clara provocação que nada beneficia o desporto. A prova está ilustrada acima, na primeira fotografia.
Neste momento surge o presidente do clube insular Marítimo, que terá mesmo feito chegar através de telefone pessoal, um emocionado pedido de desculpas ao presidente do Sporting, respeitando à quebra de compromisso aquando da negociação do jogador Danilo por parte da equipa madeirense. Um pedido de desculpas ao qual o "Grande Líder" terá sido sensível, delegenciando ao transportador da "Mala" claras instruções para a sua entrega ao cuidado dos responsáveis do Marítimo. Ficaremos a aguardar por mais novidades até ao final da semana.
Este relato não pretende de modo algum invocar personagens reais, nem tão pouco desrespeitar a honra ou a seriedade de pessoas similares às ilustradas nesta sátira. O blog "Sete Indomáveis Patifes" é proprietário das ilustrações, estando os seus direitos ou responsabilidade a sí imputadas.
Este relato não pretende de modo algum invocar personagens reais, nem tão pouco desrespeitar a honra ou a seriedade de pessoas similares às ilustradas nesta sátira. O blog "Sete Indomáveis Patifes" é proprietário das ilustrações, estando os seus direitos ou responsabilidade a sí imputadas.
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quinta-feira, 28 de abril de 2016
Um dia na vida de... "O Grande Líder"
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| O Grande Líder, acompanhado da sua devota comitiva |
Uma das figuras mais controversas da actualidade desportiva em Portugal é sem sombra de dúvida o Presidente do Sporting Clube de Portugal. Amado por uns, odiado por alguns, mas senhor de inegável profilaxia em relação ao clube que preside. Os Sete Indomáveis Patifes decidiram passar uma jornada ao lado desta controversa personagem, acompanhando-o nas mais diversas actividades no seu azafamado dia-à-dia.
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| O Grande Líder numa acção pedagógica, elaborando um comunicado |
Todos os dias começam tal como acabam. A averiguação do estado da nação verde e branca não se resume apenas ao que se constata "in-loco" nas instalações do clube, mas também a uma minuciosa pesquisa nas redes virtuais que permitem ao "Grande Líder" acompanhar a par e passo todas as movimentações de clubes rivais, assim como estimular métodos de contra-informação perante os ataques de uma comunicação social sedenta de destabilizar o clube.
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| O Grande Líder logra grande admiração por todos os adeptos do clube, principalmente o público feminino |
É junto dos adeptos que se constata a dimensão da sua popularidade. Dono de apaixonada devoção à causa Sporting e sempre acompanhado de um discurso incandescente, ao "Grande Líder" atribui-se-lhe a eficácia na união dos adeptos em torno do clube, outrora vítima de depreciada gestão por parte de grupos de capitalistas. Acusando estes de "negligência", promoveu-lhes a chamada Purificação Imperialista, procurando a sua condenação em plena praça pública.
Em plena campanha Presidencial, uma das maiores bandeiras do Presidente terá sido a construção de um novo pavilhão onde o clube pudesse usufruir de melhores condições para as suas diversas modalidades. Uma vez mais, fruto da unificação da massa adepta em torno do seu projecto, o "Grande Líder" conseguiu angariar verbas suficientes para tornar o sonho realidade. Hoje é frequente assistir às suas orientações munidas de detalhe em pleno estaleiro de obras, providenciando preciosas indicações a todos os profissões envolvidos no auspicioso projecto, como é possível constatar na fotografia acima.
Portador de sensibilidade e disponibilidade notáveis, este é indiscutivelmente também o representante das novas gerações de adeptos, que depositam nele a esperança de um futuro melhor. Uma linguagem directa e acessível, a abnegação ao conformismo, a referência a grandes batalhas, são o mote e a grande cartada de um homem, todo ele humano, mas magnâmico aos olhos do que o acompanham.
Nota de redação:
Este texto não visa de modo algum a ofensa nem a injúria ao bom nome das pessoas e entidades envolvidas, as quais merecem toda a nossa consideração.
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| Acompanhando a edificação do tão desejado pavilhão |
Em plena campanha Presidencial, uma das maiores bandeiras do Presidente terá sido a construção de um novo pavilhão onde o clube pudesse usufruir de melhores condições para as suas diversas modalidades. Uma vez mais, fruto da unificação da massa adepta em torno do seu projecto, o "Grande Líder" conseguiu angariar verbas suficientes para tornar o sonho realidade. Hoje é frequente assistir às suas orientações munidas de detalhe em pleno estaleiro de obras, providenciando preciosas indicações a todos os profissões envolvidos no auspicioso projecto, como é possível constatar na fotografia acima.
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| O Grande Líder sempre disponível às solicitações, mesmo nas brincadeiras com os mais novos |
Portador de sensibilidade e disponibilidade notáveis, este é indiscutivelmente também o representante das novas gerações de adeptos, que depositam nele a esperança de um futuro melhor. Uma linguagem directa e acessível, a abnegação ao conformismo, a referência a grandes batalhas, são o mote e a grande cartada de um homem, todo ele humano, mas magnâmico aos olhos do que o acompanham.
Nota de redação:
Este texto não visa de modo algum a ofensa nem a injúria ao bom nome das pessoas e entidades envolvidas, as quais merecem toda a nossa consideração.
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