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quarta-feira, 18 de maio de 2016

Galardão Indomáveis Patifes - Futebol em 2016



Equipa do Ano - Sport Lisboa e Benfica
O Sport Lisboa e Benfica sagrou-se campeão à última jornada da época que terminou no passado Domingo. Um ano marcado pela mudança de treinador, cuja surpresa na continuação da carreira ao serviço do eterno rival, o Sporting Clube de Portugal, levou os adeptos a um ataque de nervos. Um início de temporada marcado ainda por maus resultados, ainda fizeram estremecer a fé dos adeptos na revalidação do título. Porém no conjunto da Luz mostrou-se determinado até ao fim do campeonato, e com alguma sorte à mistura mas seguramente com mérito, conquistou pelo terceiro ano consecutivo o título nacional, o 35º em toda a sua existência.

Desilusão do Ano - 2º lugar do Sporting Clube de Portugal
Num ano marcado pela determinada ofensiva de contestação provocada pelo presidente Bruno de Carvalho, o Sporting Clube de Portugal conseguiu superar um plano de instabilidade corrente e disputar com todo o mérito o campeonato com o rival Sport Lisboa e Benfica. Com o ingresso de um dos melhores técnicos portugueses, o Sporting praticou um futebol vistoso e quase sempre vitorioso, tendo mesmo conseguido derrotar os seus mais directos adversários 3 das 4 vezes que contra eles jogou para o campeonato. Infelizmente para o clube verde-e-branco tal não foi suficiente, quedando-se no final a apenas dois pontos do primeiro lugar.

Flop do Ano - Pablo Daniel Osvaldo
O avançado Italo-Argentino Pablo Daniel Osvaldo trazia consigo a ilusão de poder dar continuidade à senda de bons avançados que marcaram o Futebol Clube do Porto nas últimas décadas. Embora fosse detentor de algum estatuto, Pablo Osvaldo não se desprendeu de velhos hábitos de indisciplina e irregularidade que continuamente marcaram a sua carreira, levando a sua experiência em Portugal a durar muito pouco tempo. Desvinculou-se do clube a meio da temporada, sem deixar nenhumas saudades.

Jogador do Ano - Renato Sanches e João Mário
A partilha do galardão é inteiramente justa pela importância que ambos demonstraram no rendimento global das equipas que representaram. Renato Sanches terá sido uma revelação; com 18 anos conseguiu a titularidade na equipa sem demonstrar algum tipo de impreparação emocional. No caso do jogador do Sporting, uma certeza de algo que possivelmente já o era: João Mário é dos melhores jogadores portugueses da actualidade, e um caso sério de possível amealhar de dinheiro numa venda impossível de evitar num muito breve futuro.

Figura triste do Ano - Falta de Fair Play de Bruno de Carvalho
Desportivismo, que naturalmente advém do termo "desporto", representa o modo saudável inerente à prática do mesmo. É com desportivismo, através da contenção emocional aos resultados ou acontecimentos contestáveis, que se demonstra também alguma dimensão. Não obstante naturalmente  da verdade desportiva ter de estar no topo das prioridades de quem pratica modalidades. Bruno de Carvalho exagerou, semana após semana, na utilização do dom da palavra para publicamente endereçar a ofensiva que acreditou ser fundamental. Terminando o ano em segundo lugar, coloca um sabor agri-doce a todo o seu esforço. Teriam existido seguramente meios menos audíveis e mais eficazes de fazer valer a sua razão.

Comédia do Ano - Lito Vidigal
O Prémio Comédia do Ano aponta a distinção ao caso mais insólito que terá ocorrido nos sempre férteis em acontecimentos estádios portugueses. Naturalmente que vários são sempre os casos meritórios, embora tenha sido no jogo Arouca-Sporting a ocorrência que mais se considere digna de registo. A um dado momento do jogo, o treinador Lito Vidigal procurou usufruir do espaço destinado à equipa visitante – o Sporting – tentando lançar algumas provocações. Algo que provocou a reacção dos jogadores leoninos, nomeadamente ao central brasileiro Naldo, que com um ligeiro empurrão provocou uma queda aparatosa (no mínimo) do dito treinador. A queda do treinador ficará registada nos momentos mais caricatos e sempre agradáveis de assistir no futebol nacional.

domingo, 15 de maio de 2016

Quem irá vencer o título

A Assembleia dos Deuses em redor do trono de Júpiter, de Giulio Romano


Finalmente se chega à última jornada do campeonato em Portugal.
Quiçá um ano desgastante para aqueles que gostam do Futebol pela sua beleza estética ou compromisso com ideais de desportivismo e fair-play. Não obstante de tais vicissitudes, o futebol sempre foi, é e será simbologia de paixões tão mais intensas como por vezes irresponsáveis, mas sempre ladeadas à filiação de princípios que assistem a cada cultura, a cada clube, a cada adepto.

Para aqueles que se pautaram pela constância de vitórias ao longo de quase quatro décadas, este foi mais um ano de frustação. Agora, como já alguns desconfiavam outrora, sabe-se que se deu demasiado a quem nunca mereceu tanto tempo. Por falta de sorte ou aptidões, Lopeteguí revelou-se cronologicamente um erro. A escolha do espanhol a 6 de Maio de 2014 foi um sonho, uma inspiração, talvez uma hipérbole por parte de um presidente que pretendia uma nova orientação focada em atributos nunca comprovados do treinador no abraçar a evolução de jogadores jovens a um clube vencedor. Talvez as divindades não lhe desejassem tal sucesso. Ou talvez tenha sido Jesus que não o permitiu. Fica um final de campeonato penoso, a um clube que para os rivais nunca pagou justamente pelo pecado de louvável ou condenável domínio no futebol em Portugal.

Para o bicampeão nacional, este foi um ano zero. Posicionamento responsável na base da realidade económica que nos assiste ou fruto de um erro de prevenção ou escolha, o Benfica auto-promovido ao projecto há cerca de 10 anos, confrontou-se com abrupta mudança de paradigma em sequência de igualmente abrupta mudança de treinador. Um treinador que marcou inquestionavelmente o clube da Luz com a marca da vitória, da exigência, como por vezes da polémica. Disse-se que este nunca compreendeu o anseio da direcção ou massa adepta pela promoção do jovem jogador nacional. Afirmou-se a sua incompatibilidade pelo regresso das camadas jovens ao hemisfério do clube, embora tal padrão nunca tenha na realidade sido a matriz do Benfica. Jesus saíu como não desejou, mas procurou o destino que porventura sempre pretendeu. No sentido inverso, o SL Benfica apostou no regresso de alguém confiável ao coração vermelho-e-branco. Perdeu-se a nota artística, a soberba postura pelos relvados do país, mas para os adeptos o que se ganhou talvez tenha sido o mais importante: um treinador adepto do próprio clube. No seio do benfiquismo e na sua génese de filiação, tal sentimento impera mesmo por vezes, sobre a própria razão. O destino movido a improvável proclamação, voltou a colocar o clube em primeiro.

Embora demasiadas vezes sem sucesso mas sem nunca ter perdido o estatuto de candidato, Sporting surgiu este ano mais empenhado pela disputa do título. Um regresso ansiado por uma massa adepta sofredora mas fiél a um nível incomum, provavelmente inédita à realidade de um país que de algum modo difere da inerente base de eleição do próprio clube. Jesus, que procurou no Sporting o destino de um percurso muito seu, aclamou a sí a benevolência de que nada seria como dantes. O porte de fé numa mensagem que devolveu esperança aos seus adeptos, acompanhados pelo discurso de um presidente que peculiarmente quebrou uma corrente mais formal na representação do estatuto de grande. Mostrando todo o seu inconformismo e reconhecendo à elevada matriz do clube a responsabilidade do mesmo não vencer, mobilizou os adeptos na não-conformação por lugares que não o primeiro, assim como procurou por uma responsabilização alheia inerente ao não ganhar, evidenciado à demasiados anos. Uma mensagem de ruptura, talvez prematura de consequência, mas apreciada pela corrente do clube associada a igual irreverência. Independentemente de tudo, o Sporting nesta época, esteve de volta!

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Renato Sanches - O maior erro do Benfica?



Tornou-se ontem pública a notícia que dá conta da contratação do jovem jogador Renato Sanches ao Benfica pelo clube alemão Bayern Munique. De acordo com a informação enviada à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o negócio cifra-se nos 35 milhões de euros, podendo mesmo chegar aos 80 milhões através de objectivos contemplados no contrato assinado pelo futebolista até 2021. Trata-se de um valor elevado, que naturalmente para o desporto português seria difícil de rejeitar.
Mas será que independentemente da verba em questão, se trata de um bom negócio para o Benfica?

Idade vs Potencial - Bom Negócio
Renato Sanches tem 18 anos. E um jogador com 18 anos afirmar-se em qualquer clube grande não é frequente. Nesse campo, o Benfica soube tirar os máximos dividendos, conseguindo obter bons resultados nos 24 jogos em que o atleta esteve presente, sendo muitas vezes considerado como o melhor jogador da equipa em campo. Um estilo irreverente de jogar, uma cara de menino e uma interessante estética em termos de marketing, o prematuro Renato elevou-se com apreciável rapidez ao coração dos adeptos do Benfica. Porém, um jogador com 18 anos é uma incógnita. Com a mesma intensidade com que se elevam pormenores de qualidade evidenciados por sí, se considera compreensível erros cometidos em campo ou outras fragilidades apresentadas. Facto é que ninguém pode assegurar que se Renato será um dos melhores jogadores do mundo nos próximos 5 anos. Assim como também ninguém pode afirmar que Renato faria no próximo ano uma época melhor do que esta, ou não teria o infortúnio de se lesionar com gravidade. Como tal, compreende-se que perante uma proposta de 35 milhões de euros, se tenha considerado esta como irrecusável.

Jovens jogadores do Benfica - Bom Negócio
Tem sido raro ao longo da história do Sport Lisboa e Benfica eleger-se equipas fundamentalmente concebidas a partir de jogadores oriundos da formação. Ao contrário do rival Sporting, o Benfica aposta no mercado global como maior força motriz dos seus plantéis. Não obstante, um maior investimento em profissionais de formação como também em melhores infra-estruturas, foram uma necessidade de certo modo imposta pelas dificuldades financeiras do clube. O que originou o brotar de novas esperanças em jogadores formados, condição destacada pelos inúmeros títulos alcançados recentemente nas mais primaveris formações. Apesar destes raramente se imporem mais do que um ano no plantel principal do clube, têm sido alvo de negócios benéficos respeitantes a termos financeiros, com transferências nunca inferiores a 15 milhões de euros.

Expectativa dos adeptos - Mau Negócio
Neste campo, talvez se aponte a desilusão imediata por parte dos aficionados do clube. Renato foi sem dúvida dos jogadores que mais se destacaram no clube (a par de Mitroglou e Jonas), o que levou os adeptos a elevarem o nível de interesse pelo acompanhamento das suas exibições, assim como em consonância se criou uma maior empatia pelo acompanhar da equipa pelos estádios em Portugal. Um jogador acarinhado move as paixões em seu redor, tornando-se nuclear à mobilização dos adeptos. Aumenta-se as verbas em redor do merchandising no imediato, e mais importante, acredita-se que existe um projecto de continuidade e futuro no clube com jogadores consagrados à paixão que sentem por este. A saída do jogador que ocupe tal posição no coração dos adeptos, pode marcar de um modo negativo o interesse dos aficionados.

Substituto à altura - Mau Negócio
Finalizada a venda do jogador, terá início a provável procura de um substituto à altura. E aquí, a percentagem de dúvida é superior à expectativa numa ainda melhor época de Renato Sanches no futuro. Ou seja, vende-se um jogador que de algum modo está rotinado com a equipa e apresenta exibições bastante satisfatórias, correndo o risco de não se encontrar no mercado alguém que reponha a mesma qualidade. É um facto, não existem muitos jogadores como Renato, assim como também não é reconhecida ainda a capacidade de Rui Vitória replicar em jogadores com potencial um rendimento muito superior ao esperado, como Jorge Jesus fazia no passado.

A importância do jogador português - Mau Negócio
Urge os clubes em Portugal compreenderem a necessidade de terem nos seus plantéis cada vez mais jogadores nacionais. Embora o atleta mais acarinhado pelos adeptos seja aquele que maior rendimento e empatia gera, o papel do atleta português é fundamental no transporte da mística do clube, pois sente este de outro modo, tendo naturalmente acompanhado ao longo da sua juventude a história do emblema que representa. Mais uma vez, o Benfica não consegue manter uma jóia lusitana. Perante o exercício de contemplar o irreal,  Bernardo Silva, André Gomes, João Cancelo e Renato Sanches titulares no clube, seria um orgulho tremendo para os adeptos.

Acreditar no futuro - Mau Negócio
Os jogadores referência no Benfica estão em termos etários mais próximos do final do que no início das suas carreiras. A grande probabilidade de Luisão ou Jonas não fazerem parte do plantel na próxima temporada é elevada. Gaítan poder-se-á seguir. Os que ficam, naturalmente que não emprestam ao colectivo a experiência destes. Subjectivo será dizer se oferecem sequer a mesma qualidade (embora Lindelof seja mais do que uma promessa neste momento). Pizzi é um jogador irregular, que divide os adeptos. Salvio por infortúnio poderá não voltar a ser o jogador que era. Jardel foi o elo mais fraco durante muitos anos. Jiménez e Talisca têm dificuldade em afirmar-se como titulares. Fejsa tem constantes lesões. No sentido inverso, o referido Lindelof, o jovens Ederson, Nelson Semedo, Jovic e Gonçalo Guedes, contando com regulares e indiscutíveis Samaris e André Almeida, juntando Lisandro Lopez e Mitroglou, serão aqueles a que cabe a continuidade. Mas serão estes uma referência na equipa ou mesmo para os adeptos?

terça-feira, 10 de maio de 2016

Um dia na vida de... "O Influente Líder"



O Futebol é mais que um jogo. Globalmente conhecido e praticado, o "desporto-rei" chega aos quatro cantos do mundo de forma apaixonada e filiada, sendo hoje fundamental a sua distinção como um negócio de milhões. Reconhecida a importância do know-how empresarial versus a emotividade clubística, destaca-se em Portugal um homem conhecido por o "Influente Líder". Presidente do Sport Lisboa e Benfica, este intérprete com distinção na doutrina que comunga o amor ao clube e o inevitável negócio, consegue posicionar-se com mestria entre os temerários túneis da Liga Portuguesa de Futebol e os seus intervenientes.



O “Influente Líder” é hoje mais do que um simples presidente de clube. Procurado por muitos e integrado como poucos, faz do seu silêncio um indefectível argumento que não apenas sustenta uma posição imperial, como lhe permite percorrer pelas entranhas de outras instituições, ora como convidado, ora como associado. Se o segredo é a alma do negócio, o futebol como indústria é fértil nas palavras escondidas. Dono de um amplo conhecimento acerca da "Matriz Azul" – vulgarmente conhecida como "O Sistema" –, garante assim necessária sabedoria que compromete mesmo os seus piores inimigos.




Acessorado por egrégios comunicadores, o “Influente Líder” reconhece assim o melhor meio que lhe permite manter uma aproximada distância, tornando-se como tal pouco vulnerável a ataques alheios por parte tanto do “Grande Líder” como do “Imaculado Líder”. Estes dois arqui-rivais procuram utilizar os seus argumentos de modo a criar destabilização no seio do clube da Luz, através do uso ora de novas como das ancestrais tecnologias, embora sem surtir aparente efeito. Foram deixados inúmeras vezes ao abandono na sua cruzada de palavras, criando assim no Sport Lisboa e Benfica uma motivação extra evidenciada ao longo da presente temporada.



Não é raro assistir aos seus encontros protocolares com as mais altas instancias políticas, tanto nacionais como estrangeiras. Reconhecendo a proximidade geográfica a Espanha, muitos são os negócios que ultrapassam a barreira dos “maus ventos e maus casamentos”, tornando-se frequentes nas últimas épocas as transferências de jogadores para o mais competitivo campeonato espanhol. O “Influente Líder” tem acima de tudo conseguido apreciáveis retornos financeiros, deveras importantes ao saneamento das frágeis contas do seu clube.



Jorge Mendes tem sido peça fundamental ao projecto delineado pelo presidente. De inegável prestígio no mundo do futebol, o empresário português é um dos mais bem-sucedidos agentes desportivos do planeta. A aliança que hoje existe entre estes dois homens permite ao "Influente Líder" garantir a presença de um forte aliado a seu lado, como também ajudou o clube da Luz a assegurar ao longo dos últimos anos jogadores que permitiram acrescentar qualidade superior ao plantel, a base segura de títulos conquistados.

Nota de redação:
Este texto-sátira não visa de modo algum a ofensa nem a injúria ao bom nome das pessoas e entidades envolvidas, as quais merecem toda a nossa consideração.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Toda a verdade sobre o "Jogo da Mala" no futebol português
A história entre Sporting, Benfica e Porto



A trama acerca do tão badalado "Jogo da Mala" tem feito correr tinta sobre páginas e páginas de jornais. Com a aproximação do final do campeonato de futebol, suspeitas sobre a circulação de uma mala transportadora de elevada recompensa ao clube que consiga derrotar o Sport Lisboa e Benfica, tem deixado os responsáveis do clube encarnado em elevado estado de alerta. Com apenas dois pontos a separar a equipa do Sporting Clube de Portugal do actual líder do campeonato, todas as suspeitas apontam para a formação de Alvalade como principais suspeitos do transporte de tão ambicionado prémio.

Informação apurada permite confirmar que o "Imaculado Líder" terá prestado o seu contributo, o que adivinha uma aproximação estratégica entre os dois clubes – Sporting Clube de Portugal e Futebol Clube do Porto

Ao que tem sido falado na última semana, o presidente do Sporting  – "O Grande Líder" como é conhecido entre os seus apoiantes – terá sondado o homólogo do Norte no sentido apoiar o avolumar de conteúdo da referida "Mala", visando um superior valor a entregar aos dois restantes adversários que o clube da Luz terá pela frente até ao final do campeonato. A informação apurada permite confirmar que o "Imaculado Líder" terá já prestado o seu contributo, o que adivinha uma aproximação estratégica entre os dois clubes.



Do lado do Benfica, é tempo de contar espingardas. Sob superiores instruções, os responsáveis pela área de comunicação têm colocado incessantemente na praça pública o verdadeiro enredo em que se encontra o futebol em Portugal. Fazendo uso da sua mais forte convicção – a palavra – procura-se levantar a ponta do véu no que respeita ao destino do eminente prémio, focando agora as suas acusações para o Marítimo, próximo adversário na jornada que se avizinha. O presidente do Sport Lisboa e Benfica até agora tem mantido o silêncio.

O "Imaculado Líder" terá mesmo mostrado aos responsáveis do clube de Alvalade o conteúdo da dita "Mala Vermelha". Que na verdade não passava de um saco com alguns doces e peças de fruta, em clara provocação

Um silêncio que fomenta a certeza acerca de uma segunda "Mala" de alvíssaras, desta vez preparada pelo clube encarnado, que percorre o País em sentido inverso, com destino aos adversários que o Sporting tem tido pela frente. O primeiro destinatário terá sido mesmo o Futebol Clube do Porto, adversário do clube verde-e-branco na anterior jornada. O "Imaculado Líder" terá mesmo mostrado aos responsáveis do clube de Alvalade o conteúdo da dita "Mala Vermelha". Que na verdade não passava de um saco com alguns doces e peças de fruta, em clara provocação que nada beneficia o desporto. A prova está ilustrada acima, na primeira fotografia.



Neste momento surge o presidente do clube insular Marítimo, que terá mesmo feito chegar através de telefone pessoal, um emocionado pedido de desculpas ao presidente do Sporting, respeitando à quebra de compromisso aquando da negociação do jogador Danilo por parte da equipa madeirense. Um pedido de desculpas ao qual o "Grande Líder" terá sido sensível, delegenciando ao transportador da "Mala" claras instruções para a sua entrega ao cuidado dos responsáveis do Marítimo. Ficaremos a aguardar por mais novidades até ao final da semana.

Este relato não pretende de modo algum invocar personagens reais, nem tão pouco desrespeitar a honra ou a seriedade de pessoas similares às ilustradas nesta sátira. O blog "Sete Indomáveis Patifes" é proprietário das ilustrações, estando os seus direitos ou responsabilidade a sí imputadas.